domingo, 2 de dezembro de 2012
terça-feira, 27 de novembro de 2012
Lua dela
Me enterro na tua lua
no barulho que a cidade não faz mais...
Eu vago pelas calçadas
observando atentamente a madrugada.
Com a camisa jogada nos ombros
e o peito roto de sempre em escombros,
detonado pelo seu medo de amar.
Recolhendo os meus pedaços
nas paisagens e na cor,
na chuva que molha o asfalto
no rio de delírios
daquele disco encontrado no baixo...
Lua, que ilumina as palmeiras na volta pelo jardim,
que clareia esse meu caminho longo e sozinho...
Lua, lua dela que me faz lembrar
de novo de tantos momentos...
E sonhar com seus olhos claros
e o jeitinho junkie rock'n'roll...
Sonhar com o frio do Rio,
no seu tempo todo poesia...
Sonhar com cama noite e dia
e muito mais amor.
no barulho que a cidade não faz mais...
Eu vago pelas calçadas
observando atentamente a madrugada.
Com a camisa jogada nos ombros
e o peito roto de sempre em escombros,
detonado pelo seu medo de amar.
Recolhendo os meus pedaços
nas paisagens e na cor,
na chuva que molha o asfalto
no rio de delírios
daquele disco encontrado no baixo...
Lua, que ilumina as palmeiras na volta pelo jardim,
que clareia esse meu caminho longo e sozinho...
Lua, lua dela que me faz lembrar
de novo de tantos momentos...
E sonhar com seus olhos claros
e o jeitinho junkie rock'n'roll...
Sonhar com o frio do Rio,
no seu tempo todo poesia...
Sonhar com cama noite e dia
e muito mais amor.
segunda-feira, 26 de novembro de 2012
Te ter
Sem te ter é como se não existisse nada além
e o vento na janela hoje só diz
que nada tem pra mim lá fora.
O mundo agora é tão cinza
e triste é todo fim de filme
em que eu preciso voltar a viver...
Triste mesmo é todo dia acordar
pensando te esquecer.
Levantar e firmar os pés nessa terra estranha,
onde a sua voz não está por perto,
e o seu amor distante torna a vida tão tacanha.
Sem te ter não faz sentido,
nem sei por que ainda me dão ouvidos.
Eu me sinto tão invisível,
é como se eu não existisse assim,
vivendo sem você toda pra mim.
e o vento na janela hoje só diz
que nada tem pra mim lá fora.
O mundo agora é tão cinza
e triste é todo fim de filme
em que eu preciso voltar a viver...
Triste mesmo é todo dia acordar
pensando te esquecer.
Levantar e firmar os pés nessa terra estranha,
onde a sua voz não está por perto,
e o seu amor distante torna a vida tão tacanha.
Sem te ter não faz sentido,
nem sei por que ainda me dão ouvidos.
Eu me sinto tão invisível,
é como se eu não existisse assim,
vivendo sem você toda pra mim.
sexta-feira, 23 de novembro de 2012
quinta-feira, 22 de novembro de 2012
É pra durar
Quando não há quem me lembre
alguém que diga "a vida é doce".
Eu fico assim, contando segundos,
vagando domado entre os minutos,
de hora em hora pensando em me cortar...
Que é pra ver se você nota
o vermelho do meu sangue na parede
e mata essa minha sede de atenção...
Só pra ver se existem mesmo
as sete vidas que você cantou,
ver se ainda habita nos cantos
um pouco de todo aquele amor que você levou.
É inacreditável como a distância me envenena,
e me da nas pernas um cansaço
ao ver-te por engano em cenas de cinema.
Mas eu sigo batendo o pé sem nem sentir,
dando voltas em Ipanema sem sair do lugar,
olhando pra sua varanda,
rezando pra o acaso conspirar...
Que é pra ver se você nota
um perdido pelas ruas altas horas.
Que é pra ver se você entende
que se gente é pra brilhar
a gente é pra durar e ser feliz.
alguém que diga "a vida é doce".
Eu fico assim, contando segundos,
vagando domado entre os minutos,
de hora em hora pensando em me cortar...
Que é pra ver se você nota
o vermelho do meu sangue na parede
e mata essa minha sede de atenção...
Só pra ver se existem mesmo
as sete vidas que você cantou,
ver se ainda habita nos cantos
um pouco de todo aquele amor que você levou.
É inacreditável como a distância me envenena,
e me da nas pernas um cansaço
ao ver-te por engano em cenas de cinema.
Mas eu sigo batendo o pé sem nem sentir,
dando voltas em Ipanema sem sair do lugar,
olhando pra sua varanda,
rezando pra o acaso conspirar...
Que é pra ver se você nota
um perdido pelas ruas altas horas.
Que é pra ver se você entende
que se gente é pra brilhar
a gente é pra durar e ser feliz.
quarta-feira, 21 de novembro de 2012
Eterno outubro
É outubro o primeiro dia de novembro,
seus versos berram no barulho que faz o vento
e a noite nem se vai com o sol...
Nada me incomoda, eu até tenho o que fazer,
mas vou dormir, nada me tira daqui.
A não ser que o telefone toque
e seu nome apareça no celular.
A não ser que você bata na porta
e com a sua voz terna peça para entrar.
É outubro esse primeiro dia de novembro,
e essa é mais uma noite que eu viro por que só penso em você,
é mais um dia pra conta dos dias que eu não consigo te esquecer.
Mas nada me incomoda, eu tenho o que fazer,
preciso reler sua mania de aquarela
e rir desse seu jeito tão naïve de dizer que a vida é bela,
de sorrir de longe como quem ama a capella...
Ainda é outubro por que eu não dormi.
Ainda não vivo por que não te vi.
seus versos berram no barulho que faz o vento
e a noite nem se vai com o sol...
Nada me incomoda, eu até tenho o que fazer,
mas vou dormir, nada me tira daqui.
A não ser que o telefone toque
e seu nome apareça no celular.
A não ser que você bata na porta
e com a sua voz terna peça para entrar.
É outubro esse primeiro dia de novembro,
e essa é mais uma noite que eu viro por que só penso em você,
é mais um dia pra conta dos dias que eu não consigo te esquecer.
Mas nada me incomoda, eu tenho o que fazer,
preciso reler sua mania de aquarela
e rir desse seu jeito tão naïve de dizer que a vida é bela,
de sorrir de longe como quem ama a capella...
Ainda é outubro por que eu não dormi.
Ainda não vivo por que não te vi.
quarta-feira, 14 de novembro de 2012
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